Para quem não conseguiu imaginar essa menina angelical, de sorriso aberto, olhos verdes e cachinhos dourados (quem vê até pensa né! Rs) com muita cara de mau, gritando feito uma louca e quase caindo (hehehe! Verdade. Reparem no vídeo) ao cantar comemorando com a torcida a vitória: eis as provas! Eu dou um balão, a venezuelana devolve alta e a Rô corta para finalizar: é bronze.
Fiquei com muita vergonha a 1ª vez que assisti. Hihi... Mas depois deu foi orgulho! Eu, completamente insana, berro: é bronze! É bronze amiga! Hahaha... Gritos que extravasaram tudo que passei durante o Parapan. Angustia, alegria, frustração, superação, tristeza, humildade, esperança, vontade... O treino foi recompensado. Putz! A bandeira ia subir por nossa causa! Orgulho demais. Mas também gritei para acordar a dona Rosângela que estava em estado de choque!! Kkkkkk....
Ô medalha suada! A gente não esperava mais a medalha, mas ela veio! E foi tão bonito, com tanta garra o nosso jogo, que teve até voluntário emocionado. Chorando conosco um esforço nosso! Oras, nosso sim! Ali não eram duas atletas. Era o peso de quem estava torcendo, vibrando, sofrendo e vivendo aquele momento conosco. Com o Brasil. Era muita gente naquela mesa! Obrigada a todos.
Obrigada ao Henrique. Um torcedor que gravou esse vídeozinho, tirou fotos e levou o CD pra mim. Valeu!